Linha FH de 2012 aumenta potência dos motores e traz a tecnologia Euro 5

Linha Volvo FH de 2012 dava mais um salto importante na já consagrada linha de caminhões Volvo, atendendo as demandas legais de emissões Euro 5. Confira!

Linha FH de 2012 aumenta potência dos motores | Volvo na Estrada

O FH apresentado em 2012 dava mais um salto importante na já consagrada linha de caminhões Volvo. O veículo era equipado com a tecnologia SCR, que atendia as demandas legais de emissões Euro 5, e trazia uma nova motorização, tornando os veículos da marca ainda mais atrativos.

A linha FH, com motor de 13 litros, saiu com as seguintes potências: 420cv, 460cv, 500cv e 540cv, este último equipando o caminhão mais potente produzido no Brasil. Com maiores torques, os veículos da marca garantem maior velocidade média e maior produtividade. “Tudo isso proporciona maior rentabilidade ao transportador”, observa Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.

Outra grande atração era a nova geração da caixa de câmbio I-Shift. Consagrada no mercado brasileiro por proporcionar menor consumo de combustível, mais conforto ao motorista e mais segurança para a operação, a caixa de câmbio apresentada naquele ano era ainda mais adequada para as aplicações nos diferentes tipos de transporte que o segmento de carga vem exigindo.

“A Volvo melhora e inova mais uma vez para oferecer a melhor solução em transporte pesado e extrapesado”, destaca Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

 

Novo eixo

A nova geração de caminhões ficou ainda mais robusta. A engenharia da Volvo desenvolveu um novo eixo traseiro sem redução nos cubos, dotado de uma carcaça fundida e com mais avanços tecnológicos. “É ainda mais durável e com níveis de ruídos menores”, diz Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo do Brasil.

O novo caminhão oferece também relações de eixos para diferentes topografias, em virtude da grande amplitude de terrenos e vias por onde rodam os caminhões brasileiros, contribuindo para melhorar o atendimento aos transportadores em aplicações diferenciadas e que precisam customizar esta tarefa. Outra grande vantagem é que a troca de óleo sintético pode ser estendida para até 400 mil quilômetros, o que resulta em menos paradas do caminhão para manutenções preventivas.