Adulterar o caminhão resulta em prejuízo para todos

Além de ser ilegal, algumas adulterações no motor e escapamento do motor podem causar sérios problemas ambientais. Fique atento as normas. Saiba mais!

Adulterar o caminhão resulta em prejuízo | Volvo na Estrada

A RBS TV de Santa Catarina realizou uma matéria sobre uma prática ilegal entre os estradeiros: adulteração da programação do caminhão para evitar gastos com ARLA 32, produto que reduz a emissão de poluentes resultados da queima de combustível. Confira a matéria aqui.

O ARLA 32 é um reagente que reduz quimicamente as emissões de óxidos de nitrogênio presentes nos gases de escape dos veículos a diesel. Sua utilização é obrigatória por lei, por diminuir os poluentes lançados no ar. Os brutos, em geral, possuem um sistema que identifica quando o tanque de ARLA 32 está vazio. Quando isso acontece, a potência do motor é reduzida até que haja o reabastecimento.

Além da poluição, modificar o caminhão traz prejuízos para você, como a perda da garantia do seu bruto. Sem falar que modificações no sistema podem danificar o funcionamento do veículo. Se isso não for suficiente, o uso de aparelhos que burlam o ARLA 32 é considerado crime ambiental, resultando em multa de até R$ 50 milhões para o dono do caminhão e para quem faz as instalações.

Para o seu bem, o bem do meio ambiente e o bem do seu bruto, evite práticas ilegais e colabore para o bom uso dos recursos do seu veículo.

 

 

Este artigo foi produzido com base em pesquisa realizada nos principais canais de informação do mercado de transporte. As afirmações contidas aqui não necessariamente representam o posicionamento da Volvo.